Bebês

O primeiro ano de toda uma nova vida

No fim do ano passado elas estavam grávidas. No decorrer de 2015, descobriram os encantos e as emoções de serem mães

O primeiro ano de toda uma nova vida

Doze meses atrás, elas estavam à espera da chegada de um filho. O período de festas teve um sabor ainda mais gostoso, potencializado por paparicos extras, mimos sem fim e uma gigantesca dose de expectativa.

Agora, elas comemoram as festas de fim de ano muito bem acompanhadas, ao lado do mais novo membro da família, que chegaram em 2015 trazendo (mais) alegria, (mais) amor e (mais) felicidade para a vida delas.

Lencinhos à mão? Os relatos transbordam amor.

“No final do ano 2014, eu tinha uma grande expectativa para a chegada da Analice. Não sabia que sentiria tanta saudade daquele barrigão. Eu adorava acariciar e sentir minha filha pulando lá dentro. Devido à amamentação, já emagreci os 20 kg que engordei na gestação, mas meu corpo mudou e não tenho mais a cinturinha nem bumbum de antes. Mas não me importo; estou feliz e me sentindo bem. Estou cada dia mais segura e adaptada à rotina diária, diferente de quando ela nasceu, que eram noites insones, medos e tive até um início de depressão pós-parto. Superei tudo e agora, com a Analice nos braços, cada dia é uma nova descoberta e um amor que só aumenta. Estou ansiosa para fim do ano e para comemorar esses meses que foram de muito amor e dedicação”, diz Raquel Cristine Zacardi de Souza, 36 anos, mãe em tempo integral da Analice, de 8 meses, de Campinas (SP) - as duas na foto acima.

Fim de ano ainda mais especial

“O período de novembro e dezembro de 2014 foi mágico, pois foi quando descobri o sexo do bebê: menina! Passar as festas de final de ano grávida foi maravilhoso, meu maior presente estava ali dentro de mim e não poderia ter felicidade melhor. Depois do nascimento da Ester, mudou bastante minha rotina e agora ainda mais, porque ela está na fase de engatinhar e isso requer bastante atenção. Este final de ano vai ser mágico, com mais uma pessoinha, que a família toda baba. Se antes o final de ano já era especial para mim, agora será mais ainda”, acredita Janielli Sousa, profissional da área de beleza, 28 anos, de São Paulo (SP), mãe da Ester, de 7 meses.

O sorriso é meu maior presente

“O final do ano passado foi cheio de expectativas, com muito planejamento, organização do quarto e preparação para a chegada do Gabriel. Conforme a barriga vai crescendo, é incrível como vamos tomando mais consciência da proximidade da chegada do bebê. Foi gostoso passar o final do ano barriguda, estava me sentindo muito bem e extremamente feliz, pois sabia que em breve veria o rostinho dele. Depois do nascimento, optei por passar esse primeiro período dedicada ao Gabriel, curtindo como mãe em tempo integral, amamentando, cuidando de tudo pessoalmente até ele completar seis meses. Estou retomando a vida profissional aos poucos, fazendo apenas alguns projetos pontuais para ter flexibilidade de agenda. Cada dia é uma nova surpresa e um novo aprendizado; os bebês desenvolvem-se numa velocidade impressionante. É um amor incondicional e o sorriso banguela, o maior presente”, define Cibele Viçoso dos Santos Godoy, 35 anos, jornalista, mãe do Gabriel, de 8 meses, de São Paulo (SP).

Uma nova realidade

“Novembro e dezembro de 2014 foram meses bem quentes, me incomodando na gravidez, além da minha barriga que ficou bem grande. Eu tinha muita expectativa para a chegada do Nicolas, mas não tinha pressa. Eu imaginava o que viria pela frente e também queria que ele chegasse saudável e na data certa. O Natal foi tranquilo, conseguimos juntar uma parte da minha família e da família do meu marido, Alysson. O Ano-Novo era pra ser assim também, mas na manhã do dia 31 tive cólicas e um sangramento. Fui para a maternidade e decidiram pela internação. O Nicolas nasceu às 16h45 do dia 1 de janeiro. Desde então, minha vida passou a ser em função dele. Nunca mais saímos para jantar (aliás, durante muitos meses não saímos para nada!). Nossa primeira viagem foi quando ele completou dez meses e ainda levei a babá, com medo de não dar certo. É uma nova realidade, estamos nos adaptando e com muitos resultados positivos”, comenta Vivianne Vilas Boas Peixoto de Paula, designer gráfica, 35 anos, de São Paulo (SP), mãe do Nicolas, de 10 meses.

Injeção de ânimo e alegria

“Adoro o período de festas e passá-lo grávida foi muito bom. Nessa época ficamos mais sensíveis, então, imagine grávida: tudo era lindo e emocionante, sem contar que era mimada por todos. De 2014 para 2015, tudo mudou para melhor, foi uma injeção de ânimo e alegria. Casa com criança tem outro clima, uma delícia! Agora, sinto tudo diferente, os assuntos e interesses são outros, sem contar que nem sabia que tinha tanta disposição. Não que seja fácil! Pelo contrário, me senti exausta muitas vezes, mas as energias são renovadas todos os dias. Passar o final de ano com ele nos braços será uma delícia e acho muito importante alimentar a imaginação das crianças, seja com Papai Noel entregando presente de Natal ou com patinhas de coelho desenhadas pela casa e ovos escondidos na Páscoa”, pontua Elisângela Arantes, analista de recursos humanos, 37 anos, de Penápolis (SP), mãe do Luiz Fernando, de 5 meses.

O melhor fim de ano

“O final de 2014 foi difícil porque engordei 26 kg, porém, foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Passei o final do ano com aquela expectativa grande do meu filho nascer, já não aguentava mais esperar para ver o rostinho dele. Agora vivo para o meu filho, parei de trabalhar para ficar mais tempo possível com ele no seu primeiro ano de vida. A experiência da amamentação foi a melhor, é o elo mais bonito que pode existir entre mãe e filho. Agora me sinto uma mulher realizada, sei o que é o amor de verdade. Estes vão ser o primeiro Natal e Ano-Novo do meu pequeno e serão os melhores da minha vida. Ele fará destas comemorações as mais alegres possíveis”, afirma Tamires Santos Zucchini, 20 anos, estudante, mãe do Pietro, de 10 meses, de Guarulhos (SP).

Felicidade que transborda

“No final do ano passado, já estávamos contando os dias para a chegada do Carlos Henrique. Eu sou muito emotiva e essa emoção dobra sempre no fim de ano. Depois do nascimento dele, cada fase foi uma descoberta. Tive que ler muitos artigos de mães para aprender e estou em constante aprendizado, pois sou muito exigente. Tudo é prazeroso, inclusive acordar de madrugada. Estou curtindo cada segundo da vida dele e notando como o tempo está voando. Sinto-me completa! Se antes eu era feliz, agora a felicidade transborda. Com o bebê também vamos viver toda a magia natalina novamente. Carlos Henrique veio para completar nossas vidas enchendo nosso coração de amor”, comemora Daniela Palosqui de Barros Burati, advogada, 36 anos, mãe do Carlos Henrique, de 8 meses, de Ourinhos (SP).

(Fotos: Arquivos pessoais)