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Thor: O Mundo Sombrio é de tirar o fôlego

Filme narra a luta de príncipe contra elfos que querem levar o universo às trevas

Thor: O Mundo Sombrio é de tirar o fôlego

A maior proeza de Thor: O Mundo Sombrio é fazer o espectador perder o fôlego de dois jeitos diferentes: de tensão, nas cenas de batalha, e de tanto rir, nos momentos cômicos.

A mistura entre ação quase ininterrupta e diálogos espertos faz com que o filme, em cartaz nos cinemas desde 1° de novembro e sequência de Os Vingadores - The Avengers (2012), seja apreciado tanto por adolescentes quanto por adultos.

Baseado nas histórias do super-herói da Marvel, que surgiu nos quadrinhos em 1962, o filme narra a luta de Thor Odinson, príncipe da civilização alienígena Asgard, contra a raça dos elfos negros, liderados pelo terrível Malekith (Christopher Eccleston), cujo objetivo é levar o universo de volta às trevas.

O mundo peculiar de Thor, que mistura mitologia nórdica e aventura espacial, rende cenas impressionantes que parecem ter saído de um sonho, em que monstros horrendos enfrentam imponentes soldados.

Dos sonhos também é o elenco do filme, encabeçado por Chris Hemsworth (Thor) e pelos vencedores do Oscar Natalie Portman, no papel da astrofísica Jane Foster, e Anthony Hopkins como Odin, pai de Thor e rei de Asgard.

Quando os mundos se colidem é que se dão as imagens mais marcantes de Thor: O Mundo Sombrio, como a nave espacial dos elfos negros fincada em plena cidade de Londres.

Os encontros entre humanos e alienígenas rendem também algumas das cenas mais engraçadas, que incluem a única façanha gloriosa do "estagiário da estagiária" de Jane Foster, Ian Boothby (Jonathan Howard), e um breve - mas hilariante - momento em que Thor se vê na condição de mero mortal na capital inglesa.

Quem também garante boas risadas é o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgård), tão famoso por suas contribuições para a astrofísica quanto por seu hábito de quase nunca usar calças.

Engana-se, porém, quem imagina que as cenas engraçadas reduzem Thor: O Mundo Sombrio a uma mera comédia escrachada.

O equilíbrio perfeito entre ação e humor é o grande mérito do filme, que ainda ganha tons dramáticos graças aos conflitos familiares entre Thor, Odin e seu irmão Loki (Tom Hiddleston).

Uma dica final: quando o filme chegar o fim, espere terminarem os créditos do elenco. E ainda continue na sala depois do letreiro da equipe de produção. Você não vai se arrepender.