Disney Baby

6 coisas que fiz com meu primeiro bebê e não vou repetir agora

Por Marina Breithaupt

Existem coisas que só descobrimos com a chegada de cada novo filho e, assim, vamos corrigindo muito erros

6 coisas que fiz com meu primeiro bebê e não vou repetir agora

Chegamos até aqui, estamos quase prontos para receber a nossa terceira bebê, Amelie.

Como já contei antes, passei por toda essa gestação de maneira bem mais leve, com menos ansiedade e desde já corrigindo alguns erros que cometi nas outras vezes. Ganhei menos peso e me exercitei muito mais.

Fui mais saudável de modo geral, me preparei, corri atrás de informações. Me sinto muito mais preparada agora, apesar de saber que cada parto é um, cada bebê é único. Sei que posso enfrentar o que vem pela frente!

Ah, e o melhor está por vir!

Logo começam os cuidados com o novo bebê por aqui e, quando penso em como foi das outras vezes, me pego até rindo. Quanta inexperiência, mesmo quando eu acreditava estar cheia de razão... Quanta insegurança e falta de informação.

Esse é o cenário perfeito para nos perdemos em meio a conselhos e experiências que nada têm a ver com nossa rotina. A gente acaba se espelhando em uma realidade que não combina com nossa!

Fiz até uma lista do que não pretendo repetir quando o assunto for:

1 - Amamentação. Me desgastei tanto com preocupações com a questão da amamentação que cada mamada se tornava uma batalha! Hoje sei que a livre demanda é minha aliada, e não inimiga. Não preciso ficar contabilizando os mililitros que o bebê ingeriu ou acordá-lo religiosamente no horário marcado mesmo que ele não me solicite. Essas neuras não me acompanharão nessa terceira viagem pela maternidade.

2 - Sono. Colocar o bebê em um quarto longe de mim não me parece coerente agora, já que a inteção é amamentá-lo quando ele quiser. Por que levantar a noite toda? Parece inteligente para você? Pois é, eu já fiz isso e foi tão cansativo! Hoje me pergunto o motivo que me levou a fazer isso por duas vezes e acabo concluindo que só pode ser o fato de ter sonhado tanto com um bebê naquele berço aliado ao medo (e palpites) de que o bebê ficasse "mimado" por dormir ao meu lado. Quanta bobeira!

3 - Ajuda. Sempre senti que era minha total responsabilidade cuidar de tudo depois que o bebê viesse para casa. Além dos cuidados com a criança, parece que tive a necessidade de cuidar de todo o resto, da casa, da rotina, como antes. No fim das contas me parecia mais com um zumbi do que com uma mulher, super mal-humorada e sobrecarregada. Hoje sei que posso - e devo - me permitir receber ajuda de qualquer tipo e a qualquer hora de quem se oferecer. Aceitar uma mão amiga não desmerece meu lado maternal, não me diminui e não quer dizer que não posso dar conta. Vou aproveitar todo "colo amigo" que aparecer e descansar o máximo que eu puder! Mãe feliz, bebê feliz ... certo?

4 - Enxoval. Comprar "rios" de roupas e coisas desnecessárias não fazem mais parte da minha realidade. Já contei nesse post sobre isso. Errei feio e gastei muito dinheiro desnecessário. Ah, e para usar tudo e deixar registrado, cheguei a trocar várias vezes o bebê só para sair com todo o enxoval nas fotos. Quem nunca? Não me orgulho, mas eu já fiz isso!

5 - Saídas. Não pretendo carregar o mundo em uma mala a cada saída. Com minha primeira filha era assim: muita tralha desncessária para ir até a esquina, até laço extra carregava, caso ela perdesse o que usava. Já falei que ela era quase careca? Pois era, ainda tem esse detalhe! Cada passeio era uma minimudança e isso era bem desgastante, tanto na ida quanto na volta. Tornava uma coisa simples em algo interminável e cansativo - isso quando, por preguiça, eu acabava até mesmo desisitindo de certos programas. Já sei que é possível ser uma pessoa bem mais "leve" agora e sei exatemente o que é essencial. É tudo uma questão de experiência e, claro, bom senso. O último item me faltou como mãe de primeira viagem!

6 - Viagens. Com os outros bebês eu acreditava que viagens eram motivos de preocupação e até mesmo impedimento para realizar alguns sonhos. Como um item impossível, deixei de fazer algumas boas viagens por acreditar que o destino não era lugar para criança. Com o tempo fui aprendendo que, quanto mais tornamos parte da rotina do bebê algo diferente, mais ele se acostuma e certas situações que acreditamos que poderiam se tornar caóticas, aos poucos, se tornam naturais. O mundo é lindo e lugar de criança é o conhecendo de perto. Portanto, esse bebê que logo chegará irá nos acompanhar desde muito cedo pelos nossos próximos destinos. E olhem, já temos até planos para logo depois que ela chegar!

(Foto: ShutterStock)