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Como sobreviver à chegada do bebê

Por Nívea Salgado
@Mildicasdemae

Prepare a casa para ganhar tempo (e minutos de tranquilidade) antes de a criança nascer

Como sobreviver à chegada do bebê

Ah, os primeiros dias da maternidade! Você chega em casa com o pequenino nos braços, completamente encantada com o milagre de uma nova vida que começa! E depois...

Bem, depois você descobre que passará muitas noites em claro, que as mamadas acontecerão a cada três horas (contando do início da mamada: como o bebê demora mais de uma hora no peito, mais o tempo que leva para arrotar, você terá no máximo uma hora entre uma rodada e a seguinte para tomar banho, comer, arrumar a casa e, claro, dormir!), e que ficar em casa com um pequenino que não fala pode ser um desafio e tanto.

Mas calma, porque isso passa (pode parecer que não, mas eu garanto: a cada dia só fica melhor!). Para algumas mães, esse começo é mais intenso; para outras (premiadas com um bebê que dorme bastante), a chegada do filhote é mais tranquila. Independente de qual for o seu caso, eu divido aqui com você algumas dicas para tornar esse início menos desgastante. Assim, poderá fazer o que toda mãe deseja: curtir o pequenino e dar-lhe as boas vindas a esse maravilhoso mundo novo!

Prepare tudo antes: e não estou falando só da mala da maternidade ou do quarto do bebê. Lave as roupinhas que ele usará no primeiro mês e deixe-as prontas para uso. Faça um estoque de suprimentos para que você não tenha que ir ao supermercado por um bom tempo. Escolha o pediatra. Instale o bebê-conforto no carro (pois o bebê sairá da maternidade nele!). São providências simples que evitam um desgaste maior quando você estiver completamente atordoada no pós-parto.

Peça ajuda: não há problema algum em delegar tarefas nos primeiros dias (e até meses!) após a chegada do bebê. Fica muito mais complicado se você tiver que cuidar do filhote, arrumar a casa, preparar a comida... Sua mãe, irmã, sogra ou amiga está disponível? Aproveite! Enquanto uma delas coloca o bebê para arrotar, você toma um banho mais demorado. Tem alguém para ajudar com a casa? Então aceite, pois o tempo que você levaria para arrumar as coisas será revertido em uma horinha a mais de sono - vai por mim, você precisará dela!

Convide pessoas de quem gosta para lhe fazer companhia: pode ser que nas primeiras semanas você não tenha a mínima disposição para receber os amigos. Mas com o passar do tempo, é muito provável que você sinta falta de conversar com as pessoas - afinal, seu bebê só come e dorme! Antes de minha filha Catarina nascer, eu tinha certeza de que não receberia ninguém em casa no primeiro mês do pós-parto - aliás, falei isso para todas as minhas amigas. Mas ao fim de 15 dias, comecei a ligar para todas elas, dizendo que havia mudado de ideia!

Aproveite a tecnologia para se conectar ao mundo: hoje em dia, com a internet, fica mais fácil trocar experiências com outras mães que estão vivenciando o mesmo momento que você (o que é uma delícia, porque sempre tem alguém para trocar figurinhas sobre a nova fralda lançada no mercado, formas de acalmar o bebê ou simplesmente para conversar no meio da madrugada). E, claro, assim como a televisão, é uma forma de se manter informada sobre o que acontece por aí, sem precisar sair de casa.

Lembre-se de que se você estiver bem, o bebê também estará: tudo o que você puder fazer para tornar seus dias melhores (um banho gostoso, um passeio no sol, saborear um chá de erva-doce ou camomila depois que o bebê dormiu) farão com que você esteja mais tranquila para cuidar do filhote. Por isso, sempre que possível, invista no seu bem-estar. E a velha dica continua valendo: durma todas as horas que puder! O sono melhora tudo, até a produção de leite!

(Foto: Arquivo pessoal)

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