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Criança doente no exterior

Por Paula Rizzo

Uma dor de cabeça que pode ser minimizada

Criança doente no exterior

É claro que, quando a gente viaja com criança pequena, costuma levar todos os medicamentos que pode precisar. Ainda mais quando sai para viajar para o exterior. Mas o que também é verdade é que os pais são passíveis de falhas e, com as crianças um pouco mais velhas e a partir do segundo filho, a gente acaba dando uma relaxada.

Na nossa viagem de férias aos Estados Unidos no mês de janeiro isso aconteceu conosco. E posso dizer que foi o maior sufoco. Ainda em casa, pegamos o antitérmico aberto e não checamos quanto havia de volume na garrafinha e esquecemos o medicamento antivômito que há muito não usávamos.

Resumo: nossa filha menor, de 2 anos, pegou uma megagripe, teve febre e não parava de vomitar. Nosso antitérmico acabou logo e descobrimos que o que se usa nos Estados Unidos é Paracetamol ou Ibuprofeno. A Dipirona, que a nossa filha estava acostumada, é proibida nos Estados Unidos, assim como os medicamentos antivômito que costumamos dar.

Fomos na experiência, tentando hidratar e baixando a febre com banhos, compressas e Paracetamol. Mas os vômitos persistiam.

Compramos o soro pediátrico que já havíamos usado aqui mas tivemos que fazer uma consulta, pois ficamos assustados. A médica que nos atendeu afirmou que o que estavamos fazendo era o correto e que o mal estar deveria ceder com repouso. Foram dois dias inteiros sem colocar o nariz pra fora.

Perdemos uns dias de viagem mas tudo se resolveu bem. Mas, aprendemos, para não passar sufoco, vale a regra: peça ao pediatra tudo o que sua criança pode necessitar de remédio e leve. Se não estiver tudo novo e fechado, verifique a validade e se há quantidade suficiente. 

Outra coisa importante é saber se o seu plano de saúde tem cobertura no exterior (no nosso caso tinha) e que tipo de cobertura possui para avaliar se não vale fazer um seguro-viagem antes de sair de férias.Todo cuidado é pouco. 

(Foto: Arquivo pessoal)