Família protegida

As conversas da sala de jantar

Por Priscilla Perlatti

Questões que nos ocupam entre o nascer e o morrer

As conversas da sala de jantar

*PUBLIEDITORIAL

Tem assuntos que a gente evita ao máximo falar com as crianças. Não deveria, mas acaba engolindo seco e mudando o tom da conversa. Coisas que fogem da nossa explicação, como doenças, dificuldades da vida e jogos da semifinal da última Copa do Mundo. 

Não é nosso costume, como família, trazer para a mesa do jantar assuntos pesados – afinal, ninguém curte ficar remoendo coisas que trazem preocupação e nos afastam das crias. Mas chega uma hora que um acontecimento traz à tona uma tão temida conversa de "gente grande". E, dessa vez, tudo começou com os Beatles.

A menina, curiosa com a história da "maior banda de rock de todos os tempos", nos bombardeou de perguntas sobre John, Paul, Ringo e George. Depois de ser informada sobre a morte trágica de John, quis saber mais sobre George.

“Quem morre de câncer é porque estava muito cansado?”

Muito embora o comentário dela fosse uma daquelas pérolas de inocência que as crianças soltam, também era uma oportunidade para engatar um papo mais sério sobre o que é esse tal de câncer de que se fala em todos os lugares. 

Foi tenso mas, ao mesmo tempo, foi bom falar aberta e honestamente sobre a doença com as meninas. 

Sim, pode atingir qualquer um, de qualquer idade: velhinho, adulto e até criança. Sim, pode dar em qualquer lugar: nos seios, no pulmão, na pele e até no sangue! E sim, o câncer pode deixar a pessoa muito cansada, mas existe a chance da cura e, se descoberto no começo, a pessoa pode ficar bem depois do tratamento.

Ela saiu da mesa pensativa e eu também. Mesmo não tendo nenhum caso próximo na família e teoricamente não estar em grupos de risco, mas... E se de repente acontecer comigo? O que eu vou fazer da minha vida e, principalmente, da vida das minhas filhas? 

Quem vai cuidar de levá-las na escola, fazer o almoço, contar história na hora de dormir? Como eu bancaria um tratamento? E isso pensando não só do ponto de vista financeiro, mas também do apoio que uma mulher, que também é mãe e que enfrenta um câncer, precisa ter: psicológico, emocional e assistencial.

Achei alento para as questões que me rondavam conversando com um corretor de seguros que me contou: "Hoje existem produtos desenvolvidos especialmente para o público feminino. O destaque do mercado é o seguro MAPFRE Vida Você Mulher que, além de diversos serviços úteis, como assistência à pessoas, veículos e domiciliar, tem como importante diferencial a cobertura especial PARAVIDA”.

Fiquei curiosa. PARAVIDA? “Em caso de diagnóstico de câncer de útero, mama e ovário, essa cobertura especial garante que a segurada receba, como indenização, o capital contratado para esta cobertura, para utilizá-lo da forma como quiser – seja para ajudar com os custos do tratamento para restabelecimento de sua saúde, seja para gastos pessoais. A segurada é quem decide a melhor forma de aproveitar a indenização. E o pagamento da indenização da cobertura PARAVIDA não cancela o seguro, permanecendo em vigor as demais coberturas contratadas”.

Até então, eu nunca tinha pensado que um seguro de vida específico para o público feminino poderia dar assistência aos diversos papéis que eu desempenho, como mulher, mãe e profissional. 

A partir do momento que eu entendi que o serviço pode ser mais um agente na rede de apoio que eu mantenho, fez sentido o diferencial das coberturas do MAPFRE Vida Você Mulher

É aí que entra a beleza do seguro de vida. Saber que ele está lá trabalhando por mim, enquanto eu falo com as minhas filhas sobre os Beatles, me traz a tranquilidade que eu preciso para seguir adiante com a conversa.

 

(Foto: Getty Image)