Família

Amor de mãe gravado em tatuagens

Na pele de muitas mulheres, alguns desenhos possuem significados tão singelos quanto profundos

Amor de mãe gravado em tatuagens

A maternidade deixa para sempre uma marca na vida da mulher. As mudanças são inevitáveis.

Essa nova vida revoluciona tanto que muitas mães decidem gravar na pele uma homenagem àqueles pequenos seres responsáveis por sua nova identidade.

Algumas leitoras compartiharam as tatuagens que fizeram para celebrar a chegada dos filhos.

Por trás de cada traço, há uma história linda. Emocione-se!

Mãe de duas

“A tatuagem feita para Mariana (foto principal) surgiu de um desenho dela que eu fiz quando ela tinha 2 anos e estava brincando no quintal com baldes de água. Eu desenhei, sentada no chão, olhando-a brincar. Já a tattoo feita para Manu (foto acima) foi gestada junto com ela. Ela estava prevista para nascer junto com a primavera e eu imaginava um bebê rodeado de flores. A vontade de ter um bebê tatuado também era grande, porque na época eu desenhei muitos deles para diversos projetos e queria marcar um em mim. Além disso, a Manuela foi um bebê muito desejado, muito curtido, e eu queria marcá-la assim em mim. Eu fiz o desenho por cima de uma foto de perfil dela, então, quem a conhece, a identifica na tatuagem”, detalha a ilustradora Anne Pires, 28 anos, mãe de Mariana (6 anos) e Manuela (1 ano e 8 meses), de Valinhos (SP)

Pequenas mãos

“Assim que Leonardo nasceu, pedi à enfermeira que, quando fizesse a impressão plantar, também carimbasse suas mãozinhas no papel. Então, tatuei suas mãos de recém-nascido em minha costela. Assim que parar de amamentar, vou tatuar as mãos do meu filho mais novo, no outro lado da costela”, conta Larissa Guarnieri, autônoma de 24 anos, mãe de Leonardo (3 anos) e Bernardo (10 meses), de São Paulo (SP).

Chegada no dia do anjo

“Quando a Clara nasceu, minha mãe me falou que aquele era o dia do anjo. Então, meu marido desenhou a data do nascimento dela de um jeito muito gráfico, que até parece um anjinho. Ele me deu a tatuagem no meu aniversário, já com a sessão marcada com o tatuador”, relata a empresária paulista Saula Ramos, 36 anos, mãe de Clara (2 anos e 8 meses), e gestante da Mariana.

Universo paralelo

“Fiz essa tatuagem por conta do fascínio que eu tinha pela vida intrauterina – o que meu filho pensava, fazia, sonhava enquanto estava dentro da barriga. Achei que expressava bem aquela minha fase, além de ser uma forma de homenageá-lo também”, diz a consultora de marketing Thamires Hull, 29 anos, mãe de Juan (6 anos), de Jequié (BA).

Das profundezas do mar

“Sempre gostei muito de sereias e, quando fiquei grávida, meus amigos chamavam a Helena de sereinha e o apelido ficou. Quando ela fez 1 ano, fiz a tatuagem para marcar esse primeiro ano de vida dela”, revela a fotógrafa Isadora Adamy Cezar Ribeiro, 27 anos, de Curitiba (PR), mãe de Helena (4 anos) e Marina (1 ano).

Brilha, brilha estrelinha

“Meu filho se chama Artur, então, para o ensaio fotográfico que fiz com ele, minha mãe fez uma coroa em crochê linda. Mandei a imagem para o tatuador, que fez uma adaptação e eternizou no meu braço esquerdo, lado do coração. A estrela, no meio, tem dois motivos: perdi um bebê antes do Artur (para mim, virou uma estrelinha no céu) e o outro é que, desde grávida, canto para ele ‘brilha, brilha estrelinha’”, revela a fotógrafa Isabelle Favarin, 33 anos, de São Paulo, mãe do Artur (3 anos).

(Fotos: Lucia Braga [Mariana | Anne Pires], Cristiane Pereira - Amor em Foco Fotografia [Manuela | Anne Pires] e Arquivos pessoais)

comentarios tatuagem, tattoo, homenagem, mãe, filho