Comportamento

Quando devemos (ou não) pensar igual a nosso parceiro?

Por Helena e Joana Cardoso

Não é porque você casou que deve esquecer a sua individualidade

Quando devemos (ou não) pensar igual a nosso parceiro?

Muitos acham que ao se casarem devem transformar-se em uma só pessoa, inaugurando uma maneira de pensar e agir que não necessariamente se assemelha aos indivíduos anteriores.

Não é porque você casou e sua namorada não curte futebol que você não poderá mais gostar de assistir aos jogos com seus amigos.

Do mesmo jeito que você não precisa começar a gostar de dançar, só porque ela ama ballet.

Vocês, como um casal, podem ter opiniões e gostos semelhantes, mas devem também manter a sua individualidade.

Isso quer dizer que cada um continuará sendo a pessoa que era antes, e somado a isso vocês construirão juntos um projeto em comum, a partir das suas identificações.

Porém, é importante ser dito que a partir do momento em que o casal torna-se também pai e mãe, deve transmitir um discurso coerente.

A mãe continuará gostando de ballet, o pai de futebol, e o casal, de ir ao cinema juntos. No entanto, quando o filho estiver de castigo, nenhum dos dois poderá usar a oportunidade para ganhar a eterna gratidão da criança, a libertando.

As regras são da casa, e os pais devem concordar e cumprir. Nada de mensagem dupla. Seu filho deve aprender que se a mãe não deixou ir para a festinha, não adianta pedir para o pai, porque ele certamente não irá desautorizá-la. Descumprindo isso você verá que quem passará a ser autoridade na casa será a criança.

Por Helena Cardoso

 

(Foto: MorgueFile.com)