Tecnologia

Babá eletrônica no celular

Por Paula Rizzo

Uma mão na roda - quando você tem internet e boa conexão

Babá eletrônica no celular

Eu adoro tecnologia, mas devo dizer que apesar de ter instalado câmeras que funcionam por wi-fi nos quartos das minhas filhas, acabo usando muito mais a babá eletrônica convencional. Isso porque o sinal de internet aqui em casa é ruim: basta dizer que em um apartamento tivemos que cabear vários ambientes e usamos nada menos do que três roteadores! 

Além disso, são constantes as falhas no serviço. É muito mais raro ficar sem luz do que sem internet. E, de mais a mais, quando falha a luz você percebe rapidinho com o apito da câmera.

Mas quem tem uma situação de internet mais estável pode se beneficiar e muito desse tipo de câmera. Elas têm muitos recursos interessantes – zoom, mudar a posição remotamente, ter alarmes via email ou SMS. Cada fabricante introduz novos recursos interessantes. E, o que eu acho mais legal, permitem acompanhar o que acontece remotamente, fora da rede de casa. Quando se está na rua, por exemplo.

Já aconteceram casos de falhas de segurança nos Estados Unidos de hackers invadirem a câmera wi-fi e assustarem crianças. Com isso, os protocolos de segurança estão sendo reforçados para proteger os pequenos.

Outro aspecto merece ser considerado: como muitos pais e mães não desgrudam do smartphone, ficam com a base da babá o tempo todo. O que às vezes é um problema, pois não queremos (e podemos!) deixar o celular dedicado somente a essa tarefa. Ou seja, toca o celular e a atenção para o bebê se desvia. Por isso, você tem que ter um outro dispositivo (celular aposentado ou tablet) dedicado somente para isso.

Enfim, se você está considerando a aquisição de uma babá eletrônica comandada pelo smartphone, vale ponderar todos esses aspectos, ok?

(Foto: Getty Images)