Verão

Os cuidados com as piscinas e as crianças

Por Jorge Freire Jr.

Piscinas são divertidas, mas também podem ser perigosas. Confira 5 dicas para que seu filho brinque com segurança

Os cuidados com as piscinas e as crianças

Com a chegada do verão, os Padawans entram em mutação e começam a ficar parecidos com uva passa de tanto que eles ficam dentro da piscina.

Aqui no condomínio a piscina fica ao lado de casa. Por sorte, consigo monitorar o Padawan através do muro. Ele já sabe nadar e isso é algo que me tranquilizou demais, pois 53% das mortes de crianças entre 1 a 9 anos é por afogamento*.

Por isso, separei 5 dicas para seu filho brincar com segurança. São dicas simples e que dependem 100% dos pais.

Supervisão

Os pais precisam estar dentro da piscina se os filhos tiverem menos de 4 anos, mesmo que a profundidade seja de 10 cm. Para supervisionar os maiores e que já sabem nadar, podem ficar do lado de fora. Evite o uso do smartphone, pois a sensação de tempo é diferente e isso pode ser perigoso com crianças dentro da água.

Boias

Mesmo que seu filho saiba nadar, o uso de boias de braço é aconselhável. Principalmente se a piscina é grande/funda.

Brincadeiras perigosas

Evite brincadeiras violentas. O famoso cavalinho ou caldo não deve ser incentivado. E nem preciso dizer que não é para correr na borda da piscina, certo?

Saiba identificar um afogamento

O cinema nos ensinou errado. O afogamento é silencioso. Não tem abanos de braços e nem pedidos de socorro. Se você avistar uma pessoa tentando ficar na superfície, sem conseguir sair do lugar, ela pode estar se afogando. Falei sobre isso no blog e vale a leitura.

Excesso de confiança

Mesmo que seu filho seja um nadador nato, explique sempre para ele os riscos que a piscina/mar podem oferecer. Fale para terem respeito pela água e nunca achem que saber nadar não significa que não existe risco de afogamento.

(Foto: Arquivo pessoal)